A baby C. chegará dentro de dois meses e começo a pensar na decoração da caminha dela. Claro que, nos primeiros tempos, vamos recorrer à alcofa que já foi usada pelo Gonçalo, para que a possa movimentar pela casa e para que ela fique mais aconchegadinha. Mas quero, também, deixar a parte dela, no quartinho dos dois, pronta para a receber. Depois de ela nascer, o tempo será mais escasso para andar à procura daquilo que quero para a decoração. Assim, resolvi começar a ver alguns catálogos e sites de decoração para me inspirar. Neste momento, o catálogo da Jacadi está prender a minha atenção. Adoro esta marca de bebé e criança, tanto para roupinha como para puericultura. É sempre tudo tão fofo e tão amoroso que dá vontade de trazer para casa um montão de coisas!!! Vejam no que me estou a inspirar para a caminha da minha baby...
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
As primeiras roupinhas da baby C.
A baby C. chegará em março, mas ainda não tive muito tempo para tratar de todas as coisinhas necessárias para ela, para ter uma chegada confortável. Ao longo do mês de novembro e dezembro comprei-lhe algumas pecinhas de roupa, sobretudo de tamanho zero ou um mês. Antes do resultado da amniocentese, não quis comprar nada, preferi esperar. Agora, tenho de fazer uma seleção das roupas do Gonçalo que ela poderá usar, algumas adaptações, e depois, nos dois meses que ainda faltam, tratar de tudo o resto.
Por enquanto, deixo aqui as primeiras roupinhas da baby C.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
My pregnant style - o meu estilo de grávida
Já tinha falado no blog sobre a importância dos blazers / casacos curtos para compor um look de grávida (aqui). Usei e abusei deles durante o fim do verão e o outono. Acompanhados de blusas soltas e túnicas eram o essencial para construir a indumentária para cada dia, fosse para trabalhar ou para lazer. Confesso que agora, em pleno inverno, me tenho rendido aos anoraques porque sou mesmo muuuiiitttooo friorenta!!!
De qualquer forma, deixo aqui alguns exemplos de conjuntos que utilizei. Todos os blazers / casacos curtos e blusas / túnicas já faziam parte do meu guarda-roupa, exetuando uma ou outra que comprei no fim do verão, o que prova que podemos perfeitamente continuar a usar as nossas roupas de sempre, mantendo o nosso estilo. Agora, com o tempo frio, podem não ser a melhor opção, mas servem de inspiração para quem estará grávida na próxima primavera!!! Enjoy...
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Feliz Ano Novo!!!
Desejamos a tod@s um Feliz Ano Novo!!! Cheio de saúde e muitas alegrias!!! :)
Que seja um ano de concretizações e de realização daquilo que maior significado tem para nós! Que nos permita continuar a sonhar e que não nos derrube de maneira nenhuma! Que nos traga muita esperança e nos permita continuar a encarar a vida com leveza e um sorriso!!!
E para acabar em beleza 2013, cá fica uma imagem da "incubadora" da baby C.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Acessórios com bebés
Gosto muito de usar relógio. É um acessório obrigatório e raramente saio de casa sem ele. Porém, com um bebé recém nascido, o relógio fica um pouco de lado, pois pode magoá-lo ao pegar no colo ou ao movimentá-lo. Com o relógio, ficam também as pulseiras. Os recém nascidos são muito frágeis e com uma pele muito sensível, por isso, qualquer objeto que esteja nas nossas mãos e nos nosso braços pode causar um ferimento.
Os anéis não fazem parte em grande escala dos acessórios que uso. Sem dúvida que, a seguir ao relógio, os brincos são o que mais uso. Se, numa primeira fase, não chamam a atenção do bebé, com o seu crescimento e a sua aptidão para agarrar objetos, passam a ser um alvo preferido. Corremos, até, o risco de os puxarem e de nos magoarem. Assim, opto por deixar os brincos mais compridos e substituí-los pelos mais curtos que não despertam tanto a atenção e são mais difíceis de agarrar.
Quanto a colares, tal como os brincos, podem chamar muito a atenção do bebé, que irá, com certeza, tentar agarrá-los. Inclusivamente, pode puxá-los com força e destruí-los. Numa fase mais precoce, se forem compridos e com pendentes podem, também, magoar o bebé e ser um incómodo para ele quando lhe pegamos ao colo. Portanto, não é muito aconselhável o seu uso, pelo menos nos primeiros meses. Pode-se sempre optar por um colar bem discreto e junto ao pescoço, de forma a não ser o foco do bebé. Por experiência, adianto que é quase impossível! Eles têm uma visão e uma tendência fantásticas para aquilo em que não devem mexer ou tocar!!!
Com tantas restrições, podemos pensar que a nossa indumentária ficará um pouco sem sabor. Na realidade, temos de usar e abusar de outros acessórios que nos ajudem a dar um toque especial à roupa que levamos posta. Mesmo que fosse sozinha passear com o Gonçalo, nunca deixei de levar as minhas malas / carteiras favoritas, pois as coisas dele iam na mala de maternidade junto ao carrinho. Continuei a usar as mais coloridas, as mais pequenas, as mais largas, etc., para combinar com as minhas roupas. Além disto, lenços e cintos também ajudam a diferenciar um look. Por último, mas muuuiiitttoooo importante, estão os sapatos. Fazem parte da indumentária e podem ser a cereja no topo do bolo da mesma. Podem ser mais ou menos confortáveis, ao estilo de cada qual, com as mais diversas cores e feitios, fazendo toda a diferença na nossa aparência final!!! Basta usarmos a imaginação e fazermos as combinações que mais gostamos!
Entretanto, enquanto a pequenota ainda está sossegada no mundo interior, vou aproveitando para usar relógios e pulseiras à vontade!!!
sábado, 28 de dezembro de 2013
Balanço de fim de ano: a felicidade ao alcance de uma amniocentese
O Natal já passou e o fim de ano aproxima-se a passos largos! Em jeito de balanço, posso dividir 2013 em dois momentos fulcrais: a notícia de que um novo bebé está a caminho (como eu desejava!!!) e a de que esse mesmo bebé poderia ter um problema como síndrome de down (o que nunca desejaria ouvir...).
Se o primeiro momento trouxe uma grande felicidade, o segundo assemelhou-se ao desabar de tudo e mais alguma coisa. Quando recebi a notícia da hipótese de um problema com o bebé, porque o rastreio bioquímico deu positivo, estava a conduzir, com o Gonçalo atrás, e tive uma reação muito fria. Logo que olhei para o visor e vi o número da clínica onde sou seguida, tive um prenúncio de que não seria boa coisa. Não havia nenhum motivo para me ligarem, a não ser que fosse algo urgente. E era... Quando o médico, um pouco a medo e a escolher as palavras, me explicou o que se passava, só consegui dizer que queria resolver o assunto o mais rápido possível e que faria o que fosse preciso para ter certezas do que se passava realmente.
Assim, lá fui no dia seguinte para uma consulta hospitalar e marquei a afamada amniocentese. Já tinha ouvido horrores sobre este exame, já sabia os riscos (que me foram dados a conhecer outra vez no hospital), ouvi também as alternativas - esperar por uma nova ecografia morfológica, mas a minha decisão estava mais do que tomada: não conseguiria aguentar com uma notícia tão terrível sem descobrir tudo o que se passava; nunca ficaria descansada sem o exame. Por isso, fiz a amniocentese. Não me custou os horrores de que tinha ouvido falar e correu tudo bem, felizmente. Depois? Depois, foram mais quinze dias de espera pelo resultado, aterrorizada. Diziam-me que, se não tinha notícias mais cedo, era um bom sinal, no entanto, a angústia não me largava.
No dia em que recebi o resultado, estava acompanhada de uma amiga. Distraíamo-nos a falar de coisas do trabalho, mas o meu nervosismo era evidente. Por fim, disseram-me o que tanto queria ouvir: que estava tudo bem! E que é uma menina!!! A cereja no topo do bolo... Confesso, porém, que ficou uma réstia de medo. Passou um pouco, melhorou com a ecografia morfológica que fiz mais tarde, mas não passou totalmente. Acho que só quando ela nascer e, espero, se confirmar que está bem, o medo passará, de vez!
Agora, no final deste ano, posso afirmar que, de um modo geral, foi bom. Contudo, foi o ano em que vivi as piores três semanas da minha vida!! Porque podemos querer muitas coisas, até sonhar e fazer planos sobre como vai ser, mas o que realmente importa é que os nosso filhos estejam bem e com saúde. Por isso, o meu maior desejo para o próximo ano é esse: que os meus filhos estejam bem e tenham saúde!!! O resto, bom, o resto é como um acessório: ajuda a complementar!!!
sábado, 30 de novembro de 2013
De volta e com companhia...
E pronto... O tempo passa a correr e fiquei completamente alheada do blog!!! Entre um início de uma segunda gravidez bastante atribulado, com direito a enjoos e muiiiiittttooooo mau estar, e um trabalho bem mais longe de casa, com um horário que não me deixa tempo para nada, acabo por deixar os hobbies para trás. Mas agora fiquei com saudades de escrever um pouquinho sobre um assunto que me diz tanto e que me relaxa bastante!
Bom, o meu mundo foi só azul durante os últimos três anos. De meninos, já entendo alguma coisa: seja a nível de comportamento, seja a nível de evolução. Por aqui, proliferam as brincadeiras com carrinhos e bolas, as sapatilhas e os sapatos de vela, calças, calções e camisas, ... enfim, tudo muito típico de rapaz. Mas agora, o meu mundo vai mudar... Pensei, por algum tempo, que iria permanecer azul, mas depois de uma amniocentese, lá se concluíu que, afinal, vai tornar-se, também, cor de rosa! De facto, sempre quis ter uma menina, portanto, o meu desejo cumpriu-se. Porém, experimentei uma sensação de estranheza... É que já me movo no mundo azul com um certo à vontade, mas não faço ideia como me moverei no mundo cor de rosa!!! Espero que me saia bem.... A ver vamos!
Entretanto, a ver se estou de volta com mais assiduidade!!!
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